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Elemidia, Flix Media e Google concorrem ao troféu da categoria Veículo de Comunicação – Plataforma de Mídia por unirem tecnologia à experiência de compra

Victória Navarro
21 de outubro de 2019 - 16h47

Eduardo Alvarenga (Elemídia) (Crédito: divulgação), Adriana Cacace (Flix Media) (Crédito: divulgação) e Fabio Coelho (Google) (Crédito: Arthur Nobre)

Em um cenário de abundância de informações e abordagens multimídia, ganham relevância os players que põem a tecnologia a serviço de experiências com propostas de valor reais ao público e que possibilitem ações inovadoras das marcas. Seja na rua, no cinema ou no mobile, a mediação assertiva entre consumidor e anunciante tornou-se fundamental para o sucesso dos veículos, entre os quais os três indicados ao Caboré de Plataforma de Mídia. Elemidia, Flix Media e Google investem em entregas constantes, de acordo com o perfil das pessoas impactadas e suas jornadas de compra específicas. Reposicionamento de marca, investimento em mídia programática, conquista de novos parceiros e compromisso em fazer da internet um ambiente inclusivo, acessível e seguro são algumas das preocupações que estão na pauta atual dessas companhias.

Segundo Eduardo Alvarenga, CEO da Elemidia, ser 100% digital permite que a empresa de out-of-home participe, de forma mais natural, dos projetos de marcas, via uso em tempo real de dados, além de conferir maior proximidade com agências fora dos padrões tradicionais. Já na Flix Media, especializada na comercialização de publicidade para o mercado de entretenimento, a tecnologia possibilita a criação de novas métricas para o setor. Enquanto o Google procura facilitar o dia a dia das pessoas, aumentar o acesso à informação, conectar os próximos usuários com a internet e ajudar empreendedores e empresas a terem sucesso no mundo digital. “Todos os dias, milhões de brasileiros usam da nossa multinacional de tecnologia para se informar, enviar e-mails, guardar fotos na nuvem, postar vídeos, fazer ligações, localizar endereços e, claro, encontrar novos consumidores por meio de anúncios”, resume Fabio Coelho, CEO do Google.

A constante busca por inovação levou a Elemidia a lançar, em abril, uma plataforma de compra programática de inventário em suas telas. O produto, desenvolvido em parceria com o Rubicon Project e a Verizon Media, iniciou atividade com as marcas Itaú e Nissan. Neste mês, a Elemidia apresentou um reposicionamento de sua marca, com o slogan “Toda conversa é possível”, criado pela agência Ana Couto. O objetivo é ressaltar sua busca em auxiliar, por meio de big data e internet das coisas (IoT), anunciantes e agências a criarem peças mais relevantes. “Tudo isso é possível graças aos investimentos que fizemos em processos, pessoas e tecnologia”, afirma Eduardo Alvarenga.

Por sua vez, a Flix Media, lançou no ano passado um aplicativo que reúne informações sobre os principais circuitos de cinema e de filmes do País, o Alfred. A plataforma, via dados e insights gerados pelo cliente, indica filmes e sessões de acordo com as preferências do público.

Constantemente apresentando novidades ao mercado, o Google trouxe para o Brasil neste ano o Google Station, plataforma de implementação de pontos públicos de acesso a wi-fi. Além disso, desenvolveu iniciativas para impulsionar inovações no jornalismo brasileiro — o Desafio de Inovação Google News Initiative (GNI) da América Latina objetiva auxiliar o jornalismo a prosperar na era digital. Em seu relatório de impacto econômico no Brasil, publicado em março, o Google afirma que, em 2018, suas ferramentas de busca e de publicidade ajudaram a movimentar R$ 41 bilhões e que mais de 60 mil empresas.

Para Eduardo Alvarenga, da Elemidia, este ano “marca a maturidade do setor de mídia exterior, que trabalha com um bem escasso: a atenção”. A empresa de OOH, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador, vem crescendo no mesmo ritmo dos anos anteriores. Fundada em 2003, a companhia conta com 160 funcionários e cerca de 20 mil telas distribuídas em 53 cidades, de 16 estados — e já comemorou a coruja do Caboré em 2009 e 2015. “Prosseguimos com a expansão do nosso inventário nas três verticais do negócio: prédios comerciais, condomínios residenciais e shopping centers”, aponta Eduardo. Segundo ele, de 2018 a 2020, serão investidos cerca de R$ 100 milhões na operação, que espera fechar 2019 com faturamento de R$ 200 milhões.

O ano também é frutífero para a Flix Media, especialmente por conta das boas estreias nos cinemas. “Construímos uma rede de parceiros que fez com que o cinema ganhasse peso e mais relevância, tornando-o mais competitivo com outros meios de massa”, avalia Adriana Cacace, diretora-geral da Flix Media para América Latina. Presente em mais de duas mil salas distribuídas pelo Brasil, a empresa é parceira das redes de exibição Cinemark, Kinoplex, Cinesystem, Centerplex, GNC, Cinépolis, UCI, Moviecom, Reserva Cultural e Cine Araújo. “O número de anunciantes deste ano já é 22% maior do que o do ano passado”, comemora. Criada em 2011, a Flix Media conta com 72 funcionários e concorre ao Caboré pela primeira vez. “Não queremos parar por aqui. Vamos continuar investindo em tecnologia e ideias inovadoras que reverberem em todas as frentes, do cinema ao digital”, promete Adriana.

Já no Google, os mais de 800 colaboradores em São Paulo e mais de 160 em Belo Horizonte dedicam-se a diversos serviços customizados, a fim de entregar valor ao negócio de cada parceiro, e à criação de soluções para os obstáculos da indústria. Tendo iniciado sua operação no Brasil em 2005, o Google conquistou o Caboré em 2011.

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