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Felipe Cerchiari (Ambev), Renato Shiratsu (Coca-Cola) e Carolina Sevciuc (Nestlé) disputam a primeira coruja de Profissional de Inovação do Caboré

Luiz Gustavo Pacete
25 de outubro de 2019 - 13h14

Felipe Cerchiari (Ambev), Renato Shiratsu (Coca-Cola) e Carolina Sevciuc (Nestlé) (Crédito: divulgação)

 

Volatilidade, transformação, exponencial, disrupção. Qualquer profissional que adormecesse há 40 anos, quando o Caboré foi criado, e despertasse no Brasil da atualidade, provavelmente teria que reaprender o vocabulário de termos e expressões corporativas praticados atualmente. Os desafios são tão grandes que nem por palavras podem ser materializados. Diante deste cenário, de transformação profunda de mercados, modelos de negócios e dinâmicas de consumo, é que surgem lideranças designadas a liderar processos de inovação e transformação digital, seja no marketing ou fora dele. E considerando este contexto, o Prêmio Caboré marca sua 40a edição com uma nova categoria, voltada aos Profissionais de Inovação. O objetivo desta nova área é reconhecer a importância deste profissional para ajudar empresas, marcas, agências e veículos no desenvolvimento de soluções inovadoras.

Os indicados de 2019 são Carolina Sevciuc, diretora de transformação digital da Nestlé; Felipe Cerchiari, diretor de inovação da Ambev e Renato Shiratsu, diretor de inovação da Coca-Cola. No cargo atual desde o ano passado, Carolina Sevciuc já havia respondido antes por três anos como head de inovação e novos negócios da Nestlé. “A missão da nossa área é captar as tendências do que ocorre de inovador no mundo, compartilhando-as com a companhia para que nossos colaboradores possam criar produtos, serviços e modelos de negócios que encantem os consumidores com experiências surpreendentes”, afirma. Foi com base nessa premissa, por exemplo, que a empresa se inspirou no personagem Harry Potter ao criar uma parreira interativa que entregava um ovo de chocolate diferente para cada consumidor durante a Páscoa. Ou a criação de um robô para tirar dúvidas do consumidor em pontos de vendas pelo Brasil. “Neste contexto, nosso desafio maior é o de garantir uma sinergia entre todas as áreas para inovar com agilidade, mas sem perder a essência”, afirma Carolina, que está na Nestlé há dez anos e antes passou pelas áreas de marketing de Melitta e BRF.

Também com mais de uma década de casa, Felipe Cerchiari assumiu há um ano a diretoria de inovação da Ambev. Segundo ele, a premissa da companhia é conseguir entregar customização em escala. “O que a gente entende como inovação vai além da criação pura e simples, é algo que precisa de fato surpreender o mercado. Para isso, estamos investindo bastante em vários ângulos, desde a concepção do produto e como ele será mostrado para o consumidor até a venda e o pós-venda”, explica. De acordo com Cerchiari, o papel da área de inovação, neste contexto, tem sido de tentar caminhar junto ao desejo do consumidor. “Não teremos todas as respostas sempre, mas é importante que o caminho até lá esteja claro, para nortear as estratégias, produtos, processos e serviços e criar o clima de inovação dentro da companhia conectado ao consumidor”, afirma Felipe.

Por sua vez, Renato Shiratsu entende que em uma grande empresa e com produtos de tanta relevância é sempre desafiador liderar processos de inovação. “Entretanto, o mais motivador é ver o engajamento de todos na empresa. Está claro que o mundo já mudou e que precisamos acompanhar esse movimento. Por isso tem sido tão prazerosa esta jornada. Para a Coca-Cola Brasil e para as marcas em si, as inovações têm tido um grande impacto. As pessoas adoram se conectar e quando percebem que estamos dialogando com eles por meio de nossas inovações como respostas aos seus pedidos, isto gera um ciclo virtuoso de interação entre as marcas e as pessoas. Isso tem se refletido, inclusive, em nossas métricas”, afirma, reforçando a importância dos dados e da conexão com o consumidor para que qualquer processo de inovação faça sentido. Renato está na Coca-Cola desde 2012, ocupa o cargo atual desde 2016 e, anteriormente, atuou por seis anos na Unilever.

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