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Ogilvy, WMcCann e Wieden + Kennedy disputam troféu de Agência de Comunicação

Bárbara Sacchitiello
11 de outubro de 2019 - 17h59

Fernando Musa (Ogilvy) (Crédito: Denise Tadei), Hugo Rodrigues (WMcCann) (Crédito: Arthur Nobre) e Fernanda Antonelli (W+K) (Crédito: Arthur Nobre)

As gaiolas que representam as indicações das três agências que disputam a coruja da edição 2019 do Prêmio Caboré abrigam o trabalho diário de um total de 1.125 pessoas que, de forma direta ou indireta, levaram essas empresas a ganhar destaque no cenário da comunicação ao longo do ano — e, por isso, conquistar as cobiçadas vagas. Ogilvy, Wieden + Kennedy e WMcCann são as selecionadas, sobretudo, pela capacidade de fazer girar negócios para grandes marcas e manter qualidade criativa em um cenário conturbado para a economia nacional — e, consequentemente, também para a indústria da publicidade. Conquistar (e, principalmente, manter) clientes na carteira, reorganizar as lideranças para estruturar modelos de gestão mais eficientes e ter cases premiados dentro e fora do País são feitos que balizam o desempenho de uma agência, e que as três indicadas conseguiram cumprir com êxito nos últimos meses.

Para a Ogilvy, o ano de 2019 é um período de mudanças na carteira e nas cadeiras. A agência, que já tinha em casa clientes como Magazine Luiza, Kroton, IBM, Nescau e Telhanorte, conquistou as contas de TIM (em joint venture com a Wunderman Thompson), Schin, Adidas, Safra e HBO. Simultaneamente, reestruturou o board, que passou a ter 15 lideranças estratégicas, respondendo diretamente ao CEO Fernando Musa. Entre eles estão Félix Del Valle (chief creative), Denise Caruso (chief of client), Karina Ribeiro (chief marketing) e Letícia Arslanian (chief growth). A Ogilvy também incrementou o Content Studio, área na qual produz conteúdo digital para as marcas e que já possui 60 pessoas alocadas nos anunciantes.

“O ano de 2019 tem sido muito positivo para a Ogilvy Brasil. Conseguimos fazer bons trabalhos e inovar com os clientes que já estão com a gente há mais tempo. Como em todos os outros anos, as pessoas seguem sendo importantes e a base de nosso negócio. E isso se reflete nas campanhas que colocamos na rua e também dentro da agência. Nossas entregas e clientes falam por nós”, resume Musa.

Na Wieden + Kennedy, os feitos positivos recentes tiveram início ainda no final de 2018, quando conquistou a conta de Elo. Nos meses seguintes, vieram Facebook, Sprite e C&A, complementando uma carteira que já tinha Lacta Chocolates, Nike, Old Spice, Disney e AirBnB. A ampliação dos negócios provocou também uma extensão na estrutura da agência, que contratou 30 pessoas neste ano. Na seara dos prêmios, a W+K conquistou 4 Leões (sendo 2 de Ouro) no Cannes Lions, o que lhe conferiu a terceira melhor performance entre as agências do País. Foi também a mais premiada na 44ª edição do Anuário do Clube de Criação.

“A W+K está vivendo um dos seus melhores momentos desde a chegada ao Brasil. Todos os resultados que estamos colhendo deveriam contar para quem acredita que a criatividade gerando resultados é a essência do nosso ofício. Ainda que para a agência os prêmios não sejam a razão do nosso trabalho, eles são um reconhecimento do que estamos fazendo. Além disso, com tantas fusões entre agências de grandes grupos, estamos na contramão, pois somos uma alternativa independente com cultura forte de diversidade em um mercado dominado pelas holdings de sempre”, destaca Fernanda Antonelli, que assumiu em junho do ano passado a função de general manager da operação.

Sob o comando do CEO e chairman Hugo Rodrigues desde o final de 2017, a WMcCann vive um ano de colheita de resultados após a consolidação de uma nova gestão, da qual também passaram a fazer parte nomes como Kevin Zung (COO), André Marques (CCO) e Renata Bokel (CSO). A agência iniciou o ano como líder no ranking de novos negócios, elaborado por Meio & Mensagem, graças a conquistas importantes como Estácio, Banco do Brasil, Americanas.com e Lupo. Também ampliou o volume de trabalho para as marcas que já faziam parte da carteira, como Chevrolet, Coca-Cola, Seara, Mastercard e Latam. Para a agência, os grandes feitos do ano podem ser medidos nos resultados de vendas dos clientes. A Estácio teve a maior captação de alunos em um ano desde a sua fundação, enquanto a Chevrolet mantém-se há quase 50 meses na liderança do mercado automotivo brasileiro.

“Podemos dizer que 2019 foi um ano maravilhoso porque nosso melhor resultado é o resultado de nossos clientes. A agência possui um jovem time de lideranças oriundo de outros mercados, como consultorias, empresas de tecnologia e clientes que estão movimentando nossa estrutura e trazendo cada vez mais dados. Entendemos com clareza que a missão da WMcCann é ajudar as marcas a terem um papel significativo na vida das pessoas e, sobretudo, gerar resultados para os clientes”, afirma Hugo.

No histórico do Caboré, a Ogilvy vai em busca da sua segunda coruja (a primeira foi conquistada em 2013). Já a Wieden + Kennedy e WMcCann, embora já tenham sido indicadas anteriormente, nunca ganharam a coruja.

Renovação

O Caboré chega em 2019 à sua 40ª edição, mantendo alta taxa de renovação: dos 42 concorrentes, 23 disputam o troféu pela primeira vez e 32 nunca ganharam. Os vencedores serão escolhidos em votação aberta aos assinantes de Meio & Mensagem e auditada pela PwC, a ser realizada de 28 de outubro a 29 de novembro. Os eleitos serão revelados em 4 de dezembro, durante festa pelo Dia Mundial da Propaganda, no Credicard Hall, em São Paulo. Até o dia 28, saiba mais sobre os indicados nas 14 categorias. Nesta semana, destacamos os concorrentes em Agência de Comunicação, Profissional de Planejamento e Profissional de Atendimento.

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